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segunda-feira, 30 de maio de 2011

Animação

Introdução
O objectivo desta unidade de era criar uma animação sobre a nossa assinatura digital ou sobre o trabalho de imagem. Em início pensei em fazer sobre o friso mas como achei que iria ser muito complicado, decidi em encolher a minha assinatura . Primeiro decidi como iria ser o projecto, e acabei por, com ajuda da professora, fazer a animação sobre a criação da minha assinatura.
A minha animação tem oito cenas numeradas de 0 a 7.

Guião
A animação começa com o botão iniciar, depois de ser carregado aparece uma espécie de introdução em que diz “A assinatura do André” e aparece o protagonista (boneco) a acenar com a mão. Depois surge a cena em que o boneco começa a pensar como iria criar a assinatura e quando conclui que deve arranjar inspiração aparece uma lâmpada como se fosse uma ideia. Depois vê-se uma imagem campo e um cavalete a surgirem, de seguida, o boneco começar a pintar no cavalete uma assinatura. Durante esta pintura, uma ovelha passa pelo campo a saltar. Concluída a assinatura, um “X” é mostrado em cima da pintura, para mostrar que esta estava errada. A próxima cena acontece no meio da cidade, onde o boneco começa a fazer outra assinatura que estará errada e será mostrado o “X”, da cena anterior, em cima do desenho. Logo de seguida, o boneco arranja inspiração num espaço virtual, onde irá finalizar a assinatura correcta. Depois de finalizar a assinatura aparece um visto verde em cima do cavalete, e logo de seguida o boneco começa a dançar de felicidade. A penúltima cena, em que consiste num extra, é o festejo do boneco depois de ter concluído a assinatura. Por fim aparece um botão de reiniciar.
      
Requisitos

Cena 0
Na cena 0 fiz o botão de iniciar, para que a animação começa-se a rolar.
Cena 1
Na cena 1 fiz uma introdução à animação . Nesta introdução estão introduzidas um efeito de slide desfocado nas letras que entrem e sai em do palco.
Cena 2
Nesta cena é onde o boneco entra no palco e começa a pensar como irá arranjar inspiração. Nesta cena introduzi algum texto.
Cena 3
É quando o boneco começa e desenhar no campo para arranjar inspiração. Nesta cena introduzi uma motion guide na ovelha que passa e coloquei uma rotação e scale no cavalete que aparece. Também inseri uma color no desenho da tela.
Cena 4
Nesta cena é quando o boneco arranja inspiração na cidade. Aqui coloquei uma motion shape no desenho.
Cena 5
Nesta cena, quando finalmente o boneco faz a assinatura correcta, coloquei dois efeitos de diferentes, no visto por cima do cavalete.
Cena 6
Nesta cena está o extra, que consiste em ver o boneco a dançar para festejar.
Cena 7
Esta cena é composta pelo botão de reiniciar, que reinicia a animação.

Dificuldades
As únicas dificuldades que tive foram, trabalhar no programa porque tinha bugs que me trocava os bonecos (bones) entre as cenas o que me dava mais trabalho e também tive que instalar várias vezes o Flash pois ele tinha um problema: desinstalava-se sozinho. Outra dificuldade que tive foi em arranjar maneira de colocar todos os requisitos na animação.

Conclusão
No geral o projecto foi interessante, satisfatório e gostei de ter aprendido a usar as ferramentas básicas do flash pois, assim posso começar a fazer as minhas próprias animações.
   



terça-feira, 29 de março de 2011

Tutorial de Photoshop

Descrição do vídeo

O objectivo deste trabalho consiste em mostar às pessoas que desconhecem Braga a rica abundância de monumentos religiosos da cidade.
Como a cidade tem inumeros monumentos religiosos a penas me focei nos quatro mais importantes: Sé Catedral, Basílica dos Congregados, Bom Jesus e Sameiro.
A primeira coisa que fiz foi recolher imagens destes monumentos da Internet par logo de seguida trabalha-las nos photoshop.
Depois de recolher as imagens e retoca-las no photoshop começei em gravar vídeos das quatro catedrais escolhidas. Para isso foi requesitar a única máquina de filmar da escola, no entanto como era uma máquina de cassetes e também antiga, a qualidade era péssima, obrigando-me a pedir uma outra camara. Depois de ter material de filmagem fui a cada uma das catedrais recolher alguns vídeos para colocar no vídeo final. Porém, a máquina que me tinham emprestado era, também, de cassetes fazendo com que fosse necessário pedir á professora para que a mesma pedisse a um colega que tornasse as filmagens de formato analógico para formato digital. Como a turma tinha que fazer uma pré entrega do vídeo que cada aluno estava a fazer eu precisava urgentemente das filmagens em formato digital mas como a professora tinha ido de féria tive que ir a uma loja de vídeo para que me transformasse o vídeo em formato digital.
Depois de ter as filmagens prontas para usar no computador deparei-me com o facto de o Ulead não ler o formato que o homem da loja me transformou as gravações, em consequência desta peripêcia e de muitas outras anómalias que o programa Ulead estava constantemente a criar tive de mudar para o Adobe Premiere. Com este programa pude trabalhar sem problemas e acabar o vídeo.
No vídeo em si pús de início uma música forte e apelativa ao público com imagens das catedrais de que iria salientar. Depois disso pús várias imagens de outras igrejas e capelas Bracarenses, mostrando deste modo o predomínio de religião na cidade.
Em seguida começei por mostrar filmagens da Sé Catedral, que descarreguei do Youtube, com uma música religiosa de fundo. Logo em seguida, passei por passar gravações do Bom Jesus, com uma música diferente. A mesma coisa se passou com o Sameiro. Por fim coloquei uma imagem minha na Sé Catedral de fundo para colocar os créditos. Durante este vídeo coloquei inumeras transições, três efeitos de vídeo e duas animações.
Gostei de fazer este trabalho embora fora um bocado difícil e complicado em o realizar.

segunda-feira, 28 de março de 2011

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Músicas feitas por mim

 Electro by andrezista, feita no Audacity.

 Redama by andrezista, feita no Audacity.

 HIP by andrezista, feita no Mixcraft.

 Íris by andrezista, feita no Mixcraft.

 Japarab by andrezista, feita no Audacity.

 Sadness by andrezista, feita no Mixcraft.

 Uedama1 by andrezista, feita no Audacity.

 Uedama2 by andrezista, feita no Audacity.

Assinatura de áudio

Assinatura som audmp3 by andrezista

Na assinatura de som tinha que fazer algo a haver com o friso, por isso escolhi um carro a acelerar como uma maneira de referir o rápido crescimento do hardware nos últimos anos.
A minha assinatura começa com a ignição de um carro. De seguida pus o carro a acelarar(reduzi a velocidade do som do carro para ficar com um som mais forte e potente e tive que fazer uns corte porque o som original era um bocado longo). Depois de acelerar várias vezes o som do carro faz fade out e ouve-se a minha voz a dizer: "I am André Machado, Lest´s RACE". Na parte do "Let´s RACE" reduzi a velocidade da gravação para dar um efeito de grave e assustador.
Depois disto a porta fecha-se e o carro começa a arrancar com um drift. Na porta eu cortei a parte da abertura porque não se percebia. Por fim ouve-se o acidente dando a ideia da chegada à actualidade ( neste som também a redução de velocidade para ficar mais longo e engraçado).
Desde o início da assinatura até ao início do acidente, está a dar uma múzica de fundo dos “The Credence”.
A minha maior dificuldade foi conseguir com que, o "I am André Machado. Lt's Race" se podesse ouvir. Para resolver este problema regravei a voz de uma maneira mais nítida e, pus os sons do carro e da musica mais baixas.


Bibliografia
Carro
http://www.freesound.org/samplesViewSingle.php?id=11704
Acidente
http://www.freesound.org/samplesViewSingle.php?id=92019
Ignição
http://www.freesound.org/samplesViewSingle.php?id=19025
Porta
http://www.freesound.org/samplesViewSingle.php?id=2502
Drift
http://www.freesound.org/samplesViewSingle.php?id=71740
Música
http://www.youtube.com/watch?v=JBfjU3_XOaA

Trabalho de áudio

Trabalho da entrevista by andrezista

O objectivo deste trabalho era criar uma estação de rádio em que tivesse a haver com o Hardware.
Para este trabalho de som comecei por fazer a introdução à estação de rádio.
 Procurei um som que achava adequado para esta introdução, e depois disso, fiz a voz de uma mulher, no Morphvox, que anunciava a rádio. O som/música, da rádio, não tem qualquer efeito, mas a mulher tem: eco e redução de velocidade para falar mais gravemente.
Depois tinha que arranjar uma  introdução para o programa “Multi-Show”. Como era um programa para crianças lembrei-me da música do “Batatoon”, e assim, usei-a pondo ao mesmo tempo uma criança, que gravei no Morphvox, a gritar o nome do programa (depois do grito ouvem-se crianças a gritar YEAH) . Mas a secção inícial que eu queria, acabava de uma forma muito rápida e sem sentido, por isso, tentei dar a volta pondo um fade out e uma espécie de frequência que continuasse desde o início do fade out anterior até o programa começar.
 Depois começa o programa e a entrevista , com uma música ambiente para não ficar muito parado.
 O entrevistador sou eu, e a voz do entrevistado, o computador, foi feita no Morphvox. O programa decorre com algumas perguntas sobre a vida de computador.
No momento em que o entrevistador se está a despedir da primeira parte do programa, muda-se de cenário e ouve-se o interior de um carro com um homem (que foi feito com a minha voz sem qualquer programa) a mudar de estação e a dizer: “ já estou farto de te ouvir”, depois ouve-se o filho( feito no Morphvox) a dizer “ó mas eu quero ouvir” e o pai responde: “espera um bocado que o pai já põe”. Logo de seguida, o”pai” começa a ouvir várias estações. As duas músicas das duas primeiras estações foram feitas por mim no Audacity, segundo as quais são:
 Electro by andrezista.

 Redama by andrezista.

A meio da mudança de estações o “pai”, começa a reclamar com outro condutor, e isto porque, no som do carro tinha uma janela a abrir, e então eu quis aproveitar isso para fazer alguma coisa engraçada (a buzina foi descarregada).
A última estação era uma publicidade, a padarias, que tinha uma música de rancho. A voz foi feita por mim sem programas, a técnica que usei foi pôr a mão á frente da boca enquanto falava para o microfone.( a publicidade foi improvisada na hora)
Depois de o pai parar de procurar estações, o filho pede-lhe para pôr onde estava (Multi-Show).
O programa é anunciado novamente e a entrevista decorre normalmente. Na parte em que o computador diz:” Modo à vontade activado” mudei a voz no equalizador aleatóriamente.
 Quando a entrevista acaba o computador começa a emitar um carro, que fiz com a garganta e o Morphvox. Isto, para ter alguma ligação com a assinatura.
No final do programa, o apresentador anuncia uma musica enviada por mim, e também feita por mim no Mixcraft.
Las sadas by andrezista
Quando a música acaba o “pai”, mais uma vez, muda para uma estação em que também dá uma música feita por mim e também feita no Mixcraft.
Maphia by andrezista

Por fim coloquei a assinatura. 
A difículdade que tive foi: fazer o início do programa, para isso, tentei dar a volta pondo um fade out e uma espécie de frequência que continuasse desde o início do fade out anterior até o programa começar.
O resultado final ficou bem, gostei de o fazer, e diverti-me bastante.

Bibliografia:

Música da rádio
http://www.freesound.org/samplesViewSingle.php?id=45610
Música do programa
http://www.youtube.com/watch?v=-Az3pxKU3Sc
Frequência
 http://www.freesound.org/samplesViewSingle.php?id=19939
YEAH
http://www.freesound.org/samplesViewSingle.php?id=19446
Música ambiente
http://www.youtube.com/watch?v=SbIaYZEUF1M
Carro
http://www.freesound.org/samplesViewSingle.php?id=50910
Buzina
http://www.freesound.org/samplesViewSingle.php?id=19026
Rancho
http://www.youtube.com/watch?v=JnF2mPFFM4Q

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Relatório da unidade da imagem

Esta segunda unidade (imagem) de Oficina de Multimédia tinha como objectivo realizar dois trabalhos: assinatura e friso cronológico da evolução do hardware.
No trabalho da assinatura tinha que criar de um pequeno logótipo, onde tinham que estar presentes algumas das nossas características, para depois podermos usar nos nossos futuros trabalhos.
O trabalho que diz respeito ao friso cronológico foi dividido por dois tipos, aos quais foram divididas tarefas por dois elementos.
Era necessário fazer dois frisos: um friso com a evolução do software e outro sobre a evolução do hardware. A mim coube-me ficar com a segunda parte da evolução do hardware (de 1981 a 2002).Como objectivo tinha que criar um friso cronológico em que mostrava a evolução do harware de 1981 a 2002. Estes frisos seriam impressos em grandes dimensões para serem colocados, nas paredes, no corredor de informática da escola.

Assinatura

Na parte da assinatura, eu queria fazer uma coisa simples.
Em primeiro usei um fundo branco, onde depois utilizei um gradiente, de vermelho puro,começado no centro do fundo e acabado numa das margens. O segundo passo foi pegar no balde de tinta, com tinta preta, e pintar o centro do gradiente, dando um círculo, e uma argola á volta desse círculo com uma margem de separação.Em treceiro pegei num pincel, chamado tech, e carregei apenas no centro da figura, deixando uma espécie de disco interrompido, vermelho. Com estes três passos anteriores uma espécie de cd surguiu, exprimindo uma das minhas características, o gosto da música. Em quarto procurei uma fonte, e encontrei a do "O Padrinho"( the godfather) e com ela escrevi o meu nome (André Machado). Como o fonte não vinha acentos tive que fazer uma linha em cima do "e". Depois, em quinto, procurei um picel com um pintor, porque gosto de desenho e estou a estudar no curso de Artes Visuais. Por ultimo pus uma espécie de sombreado, no nome e no pintor. 

Friso

O meu friso, no tamanho original, terá as seguintes dimensões: 7m de largura e 1,5m de altura. Eu, e mais os meus colegas que estiveram a trabalhar neste trabalho, tivemos que usar dimensões reduzidas a estas porque seria muito lento trabalhar no computador, pois os formatos eram muito grandes. 
Na parte do friso começei por fazer um fundo preto com circuitos electrónicos verdes.Baseei-me nesta imagem:
 Primeiro procurei um pincel de circuitos electrónicos e encontrei um chamado Circuit board brush set 1, e usei um pincel que tinha os barramentos horizontais. Mas ficaria melhor se estivesse na vertical por isso segui estes passos:
1. Pintei o fundo de preto.
2. Peguei no pincel, e pintei uma secção de verde puro.
3. Sleccionei essa secção e rodei-a 90º.
4. Depois foi só fazer várias cópias dessa secção e colar ao longo do fundo preto.
Depois destes quatro passos usei um filtro, em todo o friso, chamado "Arestas brilhantes". Este filtro realça apenas as arestas da imagem, deixando um efeito menos pesado e saturado. Mas mesmo assim, as arestas que ficaram realçadas continuavam muito saturadas por isso reduzi a saturação -50 e mais tarde   
reduzi o brilho -144, e resultou.
O tipo de letra que usei neste friso foi o: "digital 7".
Em seguida pus uma barra horizontal verde pura para colocar as datas. Depois de colocar as datas fui procurar as imagens dos dispositivos hardware que iria pôr no friso. Como o fundo era preto e o fundo das imagens branco tive que sleccionar, com a varinha mágica, a parte branca da imagem e depois inverter a slecção.
Depois de ter posto as imagens, os nomes e as impresas de cada respectivo ano, comecei a fazer as ligações da barra horizontal ás imagens e impresas de cada dispositivo.
Por último, coloquei a minha assinatura no canto inferior direito do friso.
O meu slogan para este projecto é: "O duro crescimento do hardware".
Agora em cada trabalho que fizer, no computador, posso pôr a minha assinatura, feita no computador.
Em geral, os meus trabalhos desta unidade ficaram bem.A assinatura foi uma boa forma de arranque para o projecto do friso e foi também uma novidade para mim criar uma assinatura no computador. O friso ficou simples, organizado, chamativo e interessante. Gostei desta unidade, deu um pouco de trabalho e empenho mas no fim valeu a pena.

Bibliografia

Assinatura


Friso

Informação sobre a evolução do hardware
http://pt.wikipedia.org/wiki/Evolu%C3%A7%C3%A3o_dos_computadores

Anexos

Informação sobre a história do hardware

1981 - IBM Entry Systems Division - Lançamento do IBM PC
1982 - Commodore International - Commodore 64, o computador caseiro
1983 - Peter Brody - O primeiro ecrã LCD
1984 - HP - jacto de tinta
1985 - Phillips inventa CD-ROM
1986 - Shugart Associates System Interface - standard SCSI
1987 – IBM – VGA
1990 - IDE (Integrated Drive Electronics)
1993 – Intel - pentium1996 - USB (Universal Serial Bus)
1996 - DVD (Digital Versatile/Video Disk)
1999 – Nvidia - primeira GeForce
2001 - USB2

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Apresentação

Não, não entrou no espaço Matrix.
Entrou num espaço inteiramente dedicado à Multimédia.

Espero que goste, desfrute e volte multivezes!

Dispositivos de Entrada e Saída de Dados

Um dispositivo de entrada é um sistema que permite introduzir dados do exterior no computador com a tarefa de os processar ou de servirem para o controlo do processamento.
Por outro lado, um dispositivo de saída é o sistema que permite ao computador exportar informação para que seja utilizada na realidade.

De seguida são apresentados alguns dispositivos de entrada e de saída.

Dispositivos de Entrada

Teclado

Existe no computador uma interface que converte a sequência de impulsos eléctricos em sinais digitais e que por meio de um interrupt transfere os dados para a memória.As combinações de símbolos, teclas e funções têm vindo a aumentar, aproximando-se de 600, o que torna o teclado pouco prático para funções específicas e nas quais os dados a introduzir sejam em pequeno número.
Apesar de ser pouco prático em ambiente específicos, é normalmente utilizado devido à sua versatilidade e resistência física.

Rato

É um dispositivo que funciona sobre uma superfície plana, tem uma esfera ou laser na parte inferior. Pelo movimento da esfera são gerados movimentos em dois eixos (x e y) que por sua vez estão ligados a sensores de posição. Estes sensores de posição, normalmente através de tecnologia óptica, detectam o movimento e convertem-no em sinais digitais que envia para o computador. Tem normalmente 2 ou 3 botões, que são usados em duas situações:
·              Sozinho, como comando único, geralmente como acção de alteração de estados (tomada de decisões);
·              Em complemento do movimento, possibilita que o movimento seja usado em diversas situações (arrastamento, selecção de objectos).


Track-ball

Track-Ball é uma versão do rato típico, que mais não é que um rato em que a esfera passa a estar na parte superiora e a base está fixa. O utilizador movimenta a esfera e não a base como acontecia com o rato.Não necessita de espaço extra para além do seu tamanho e não não sofre problemas com a sujidade da superfície. Tem a desvantagem (aparente) de necessitar de grande tempo de habituação.




Joystick

Joystick, é um manípulo capaz de converter os movimentos realizados pelo utilizador para sinais digitais que irão ser posteriormente interpretados pelo sistema. Embora determine duas dimensões, os movimentos podem ser interpretados como tridimensionais.Estes dispositivos são geralmente utilizados em video jogos.








Funciona em conjunto com um monitor especial, e permite determinar a posição tocada pelo lápis. Bastante utilizada em computadores de bolso em complemento de OCR (Optical Character Recognition).








Touch-Pad

É um pequeno ecrã táctil, que faz corresponder o deslizar do dedo do utilizador ao movimento do apontador no ecrã. É possível usar o próprio touch-pad como botão ou botões. Quando o ecrã "sentir" um toque mais forte, o driver intrepeta-o como um toque no botão esquerdo. Quanto ao toque no botão direito, é comum especificar a parte direita superior como a parte correspondente ao toque no botão direito. É muito utilizado em computadores portáteis, e exige menos habituação que o track-ball, no entanto, a precisão é difícil de atingir devido ao deslizar inconstante do dedo.

 

Scanner

Baseia-se na emissão de um feixe de luz sobre o objecto a ser analisado que por sua vez, em função da sua cor, reflectirá um feixe de luz diferente. Este será analisado por sensores fotoeléctricos que converterão o feixe reflectido para um sinal digital.Um dos mais importantes factores de desempenho ou qualidade dum scanner é a quantidade de pontos lidos por polegada quadrada.

 

Dispositivos de Saída

Monitor

Os monitores são de todos os dispositivos de saída o mais conhecido. Este tem a função de transmitir informação ao utilizador através da imagem.
Os monitores são classificados de acordo com a tecnologia de amostragem de vídeo utilizada na formação da imagem. Actualmente, essas tecnologias são duas: CRT (Cathodic Ray Tube) e LCD (Liquid Crystal Display).





Impressora  

São os dispositivos mais comuns de saída de informação para suporte físico como é neste caso o papel. Por mais que se possa pensar que o papel está condenado a desaparecer nos próximos anos, a verdade é que a maior parte dos fabricantes continuam a investir milhões em investigação e protótipos de novas tecnologias com vista à sua adaptação a tarefas de impressão. Por outro lado, com o advento do laser e da cor disponíveis a preços impensáveis há poucos anos, a impressão doméstica em papel tornou-se mais popular do que nunca.




Dispositivos de Armazenamento

Os dispositivos de armazenamento estão divididos em 3 categorias, os magnéticos, os semicondutores e os ópticos.
Existem dois tipos de dispositivos de armazenamento do tipo magnético, os discos rígidos e as bandas magnéticas.
Os discos rígidos, são constituídos por metal e para efectuar a gravação de dados utilizam a electromagnetização de partículas. Estes podem ser internos ou externos e são os que têm mais capacidade de armazenamento.       
As bandas magnéticas como os discos rígidos utilizam a electromagnetização das partículas numa fita magnética para gravação e leitura dos dados, realizadas de uma forma sequencia. Estes dispositivos são os mais económicos porque concilia-se a sua grande capacidade de armazenamento de dados a baixos custos mas por outro lado são muito pouco fiáveis.
Os dispositivos de armazenamento do tipo semicondutor tal como os magnéticos estão divididos em duas categorias os cartões de memória e as pen drives.
Os cartões de memória são frequentemente utilizados em hardwares como por exemplo máquinas fotográficas digitais, telemóveis, etc, e normalmente são utilizados para a gravação de músicas, fotos, vídeos e textos.
As pen drives, conectam-se aos computadores através de uma porta USB (Universal Serial Bus). A vantagem deste equipamento é a sua facilidade de transporte de dados entre computadores, não necessitando de uma instalação prévia de software e são bastante fiáveis.
Por último mas não menos importantes, os dispositivos de armazenamento ópticos, que se dividem em duas categorias, os CD’s e os DVD’s.

CD’s
Formato
Descrição
CD-R (Compact Disk – Recordable)
Surgiram em 1990, permitem gravar dados apenas uma vez. Têm uma capacidade de gravação de 650 MB ou 700 MB.
CD-RW (Compact Disk – Rewritable)
Surgiram em 1995, permitem gravar e regravação de dados. Têm uma capacidade de gravação de 650 MB ou 700 MB.
Mini - CD
Tal como o nome indica estes CD’s têm a característica de serem mais pequenos do que os normais (mini – CD’s 8 cm de diâmetro; CD’s 12 cm de diâmetro) e só têm uma capacidade de gravação de 180 MB.


Tipos de informação
Fornato
Áudio
CD – Digital Audio
CD – Text
Enhanced Music CD
Super Audio CD
Vídeo e dados
CD-ROM XA
Photo CD
Vídeo CD
Super Vídeo CD
CD Multissessão


DVD’s
Formato
Descrição
DVD-R, +R (Digital Vesatile Disk – Recordable)
Permitem gravar dados apenas uma vez. Têm uma capacidade de gravação, no caso dos Single-sided, de 4,7 GB (Single Layer) e 8,5 GB (Double Layer). No caso dos Dual-sided, tem capacidade 9,4 GB (Single Layer) e 17 GB (Double Layer).
DVD-RW, +RW (Digital Vesatile Disk – Rewritable)
Permitem a gravação e regravação de dados e podem ser utilizados para fazer cópias de segurança dos dados em PC’s. Têm uma capacidade de gravação, no caso dos Single-sided, de 4,7 GB (Single Layer) e 8,5 GB (Double Layer). No caso dos Dual-sided, tem capacidade 9,4 GB (Single Layer) e 17 GB (Double Layer).
DVD-RAM
Permitem a gravação e regravação de dados de uma forma mais rápida do que os DVD’s-RW. Estes DVD’s estão protegidos com revestimento de plástico semelhante ao das disquetes. Os primeiros DVD’s- RAM têm uma capacidade de gravação, no caso dos Single-sided, de 2,6 GB (Single Layer) e 5,2 GB (Double Layer). No caso da segunda versão no caso dos Dual-sided, tem capacidade 4,7 GB (Single Layer) e 9,4 GB (Double Layer).
Mini-DVD
Tal como o nome indica estes DVD’s têm a característica de serem mais pequenos do que os normais (mini – DVD’s 8 cm de diâmetro; DVD’s 12 cm de diâmetro) e só têm uma capacidade de gravação de 1,46GB (nos Single Layer Single Sided) e 2,66 GB (Dual Layer Single Sided).


Tipo de informação
Formato
Áudio
DVD Áudio
Vídeo e dados
DVD Vídeo
DVD-ROM
DVD híbridos
Blue-ray